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sábado, 1 de dezembro de 2012

A Palavra que sustenta

A Palavra que sustenta

     Ao nos voltarmos para Deus, estamos nos aproximando de alguém maior, que não é mortal como nós, que já existia antes de nós e que continuará existindo para sempre, ou seja, uma base bastante sólida onde podemos nos apoiar.
     Esse eterno Deus entrou em contato conosco, e continua se comunicando, através da palavra que se tornou gente, do “verbo que se fez carne”. Palavra. Uma saborosa riqueza do texto bíblico pode ser aqui degustada, como explica Evaristo Miranda. No grego, “palavra” ou “verbo” é logos, fonte espiritual da razão, discernimento, inteligência e sabedoria.
     A Palavra de Deus, no hebraico davar, palavra feminina, significa também “abelha”. Verbo ou palavra que nutre como o pão e o mel, alimento luminoso que sustenta o caminhante no deserto.
     João Batista, o homem da palavra inspirada (davar), profeta, vivia no deserto (mi-dabar) alimentando-se da energia da abelha, dvorá. Para todos os momentos da vida, agora mesmo, podemos ser sustentados pela palavra de Deus, que nos inspira e direciona para a presença de Deus.
Para nos apresentar a palavra que sustenta o verbo que se tornaria carne, a palavra de vida eterna João Batista retoma e amplia a mensagem de Genesis 1, onde, desde a eternidade, aquele que é a palavra (o verbo Divino) já existia.
     Ele estava com Deus e era Deus. O autor da vida e luz dos homens se junta amorosamente com a humanidade.
     Vem da eternidade, aparece no tempo humano, encarna-se e faz história conosco, chamando-nos para sua companhia na eternidade futura.
     

O evangelho de João

O evangelho de João

    O evangelho de João é baseado em uma certeza: Deus veio ao mundo na pessoa de Jesus Cristo, ao encontro do ser humano (1.14).
    Foi uma decisão autônoma e livre de Deus, ninguém lhe sugeriu, nem ordenou, nem mesmo o homem lhe avia pedido por socorro.
    João interpreta o nascimento de Jesus fazendo-o base absoluta da fé cristã, é desta base que parte o ministério, a paixão, a ressurreição e a ascensão do Senhor.
    É por isto que o comentário de João tem seu centro no amor (3.16), apontado como causa de toda a ação divina; O amor aparece como a ação de aproximar-se, cuidar, atender, defender...
    Psicologicamente este fato é um poderoso fator de tranqüilidade, confiança e esperança. Pode-se até dizer que o amor de Deus é um poderoso fator anti-estresse. É ele o que mais facilita a integração da personalidade humana, dando-lhe mais poder de autoconhecimento, de comunicação, criatividade e realização. O fundamento da ação de Deus não se encontra na lógica, e sim no amor ativo __o fato de Deus importa-se com o homem aponto de vir buscá-lo por meio de Cristo.
    Então o evangelho de João pode chamar-se “o evangelho da fé”, sendo este referência bem clara (11.25-26; 20.30-31). O evangelista não aponta para o “explicar”, mas sim para o “crer”, crer no amor de Deus¸ que enviou Jesus para salvar a gente humana da morte eterna.
    Portanto, a fé é o meio para se obter a vida eterna, também chamada de vida nova e abundante. O que Deus nos trouxe em Cristo não são regras de vida __ como os fariseus queriam; nem idéias __ como os gregos queriam; Deus oferece a si mesmo! (14.8-9).
    Em João vemos com toda clareza que Deus, por sua ação de colocar-se dentro do ambiente humano por meio de Cristo, oferece apoio emocional e até afetivo á pessoa humana, mais concretamente do que tudo o que fizera antes com os patriarcas e profetas.
    Na verdade, tudo o que Deus fez com eles e por meio deles era um prelúdio do que fez em Cristo visível e tangivelmente; As frases de Jesus em João 15.9,13 esclarecem isto: “Assim como o pai me ama, eu amo vocês; Portanto continuem unidos comigo por meio do meu amor por vocês... Ninguém tem mais amor por seus amigos do que aquele que da a sua vida por eles.”
    Tudo isto forma uma belíssima e fortíssima base de apoio psicológico para afastar de nós o medo, a depressão, o pânico, o esgotamento, etc. Também mostra que Deus é quem nos dá o melhor em termos de auto-estima, nas palavras de Jesus em João 15.15. “Eu não chamo mais vocês de empregados, pois o empregado não sabe o que seu patrão faz; mas chamo vocês de amigos, pois tenho dito a vocês tudo o que ouvi de meu Pai”.
   Isto ecoa Isaias 41.8, quando Deus diz que Israel é “descendente de Abraão, meu amigo”.
   Que maravilha ser chamado pelo próprio Deus de “amigo“! Pois bem, no conjunto do Evangelho de João vemos claramente que este tratamento é estendido a todos os que crêem em Cristo e o amam. Isto é um verdadeira “cura”.
Fonte: Bíblia de estudo conselheira.
Editado por Pr. Jefferson carvalho.